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Concorrência da hidrelétrica de Jirau modelo de incoerência e falta de patriotismo (06/2008)

Estatais concorrem entre si e beneficiam transnacionais.

Por: Lobato Brasilis

Concorrência da hidrelétrica de Jirau modelo de incoerência e falta de patriotismo

Houve a concorrência e apresentaram-se dois grupos. O primeiro formado pela ODEBRECHT – FURNAS – CEMIG – ANDRADE GUTIERREZ e o segundo SUEZ – CAMARGO CORREIA – CHESF – ELETROSUL.

Estatais nos dois grupos concorrendo entre si. De um lado Furnas.

A Cemig ainda se diz estatal mas está dominada por interesses estrangeiros e explora escandalosamente os mineiros, do outro lado Chesf estatal do São Francisco, a Eletrosul foi privatizada e é dominada pelo ramo de energia da Suez.

Cabe a pergunta: Por que a estatais não se reúnem para executar a obra e manter o fundamental controle das hidrelétricas em mãos brasileiras.

O consórcio “vencedor” inclui a Suez multinacional também do cartel da água com vasta ação predatória no mundo.

A desculpa da abertura internacional é a da falta de recursos .

Como um país que paga quase 200 bilhões de juros da dívida em um ano não tem dinheiro?

Além disso por certo o BNDES vai financiar a obra e os bancos internacionais também, com o governo avalizando e todos nós pagando para locupletar as transnacionais.

Os dirigentes estão de miolo mole? Que vírus causa tamanha omissão na defesa do bem público?



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